Projetos visam desenvolver a criatividade e aumentar a renda

Duas instituições de ensino, em São Carlos/RS e em Planalto/RS, contam com apoio do Fundo de Desenvolvimento Regional, da Sicredi Alto Uruguai RS/SC/MG

Contribuir com novas habilidades e aumentar a renda das famílias dos alunos da Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais (Apae) de São Carlos/SC, foram os objetivos do projeto Cozinha Industrial, apoiado pelo Fundo de Desenvolvimento Regional, da Sicredi Alto Uruguai RS/SC/MG.

A ideia da diretoria da instituição de ensino com a elaboração do projeto é oportunizar às mães, que acompanham os filhos na escola e ficam até o término das aulas, para aproveitarem o tempo e desenvolverem outras habilidades.

Segundo a presidente da Apae, Miria Maria Boniatti Rigotti, além de contribuir com o rendimento familiar, aprender novas receitas pode ajudar também na arrecadação da própria Apae, que atende cinco municípios catarinenses – Caxambu do Sul, Planalto Alegre, Águas de Chapecó, Cunhataí e São Carlos – somando 155 alunos. “Como nossa ideia é contar com voluntários que deem esta capacitação, elas não terão custos. E, além de aprenderem novos cardápios e venderem seus produtos, elas podem produzir e comercializar também pela nossa escola, ajudando financeiramente na manutenção das atividades”, frisa a presidente.

Espaço Maker

Outra instituição de ensino apoiada pelo Fundo de Desenvolvimento Regional é a Escola Estadual de Ensino Fundamental Bom Pastor, de Planalto/RS. Para contribuir com a criatividade dos alunos, a direção do educandário elaborou projeto para conseguir o espaço maker. A sala, que está separada em blocos, tem painel de ferramentas, robótica educacional – com kits para as crianças pensarem em estereótipo usando a tecnologia –, a parte da construção com materiais alternativos, de sucata, para que o estudante possa pensar, ter ideias e produza conhecimento. Ainda, há a parte mais lúdica, com jogos usados também para aguçar a imaginação.

De acordo com a diretora, Rosa Mariza Fraga, se a criança começar desde pequena a desenvolver ideias, terá mais facilidade de colocá-las em prática. “Entendo que os alunos não devem apenas reproduzir o saber já elaborado, precisam construir seu conhecimento. Acredito que com o apoio de professores e monitores, além das possibilidades de materiais que temos disponíveis aqui, isso será possível”, espera Rosa.

Sobre o apoio do Sicredi, a diretora assegura que não seria possível concretizar o espaço maker sem a ajuda da Cooperativa. “Os recursos que são destinados pelo Estado são para necessidades básicas, o que não proporciona inovações como a que fizemos. Então, através do Fundo, temos a oportunidade de tornar sonhos em realidade. Assim, vamos ter alunos mais criativos, protagonistas, colaboradores e confiantes neles mesmos. Isso será positivo para toda a vida deles, não apenas no período escolar”, finaliza a docente.

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